Educação - À procura de babás quase perfeitas
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 06 de março de 1997
Celina Alonso Az De Maringá 
Fotos: Edson GuittiNos berçários e escolinhas, a criança aprende a conviver e a compartilhar com outras crianças
Mulheres que trabalham fora, além dos problemas de remuneração - geralmente inferior a do homem - e dos deveres impostos pela jornada quádrupla (dona-de-casa, profissional, esposa e mãe), ainda têm uma grande preocupação na hora de ir para o trabalho: com quem deixar a criança?
Aquelas que têm uma vovó de plantão reclamam da superproteção e do excesso de mimos. Outras, temem deixar com a babá, nem sempre de total confiança. E nas escolas e berçários, os pequenos e indefesos rebentos podem ficar expostos a vírus, mordidas e tapas de alguns coleguinhas. Afinal, o que é melhor para a mãe e a criança?
Para cada um desses problemas há uma solução, que pode não ser a ideal, mas que é a mais adequada. Para que qualquer uma das opções possa dar certo, segundo psicólogos, a mãe, antes de tudo, precisa não se sentir culpada por ter de trabalhar fora.


