Dicas
Com base em vários casos analisados, psicopedagogas como Carla Agostinho e Geórgia Vassimon fazem algumas observações e dão certas recomendações aos pais:
á- Se há muita rotatividade de professores ou faltas excessivas, o aluno pode ser prejudicado em seu desempenho e sente-se desestimulado. Não dá para cobrar mais eficiência dele, e sim da escola.
- A maioria dos adolescentes não se organiza para estudar, costuma manter a tevê ou o aparelho de som ligados e perde a concentração.
- Mãe superprotetora, aquela que arruma a mochila do filho e faz a lição para ajudá-lo, são orientadas no sentido de dar mais autonomia ao aluno, deixar que ele se vire sozinho.
- Ter dificuldade para fazer trabalhos escolares que consistem em resumir algum filme histórico ou livro até que é normal. Mas se a dificuldade persistir apesar da orientação dos pais, é preciso descobrir quais as causas, procurar a ajuda de um especialista na área e abrir caminhos para que ele possa entender a tarefa.
- Claro, brincar é preciso, assim como ver televisão, praticar algum esporte ou passear. Mas se a criança passar tempo demais no lazer e demonstrar indiferença com relação às tarefas escolares, é hora de conversar. Se nem o diálogo nem eventuais aulas de reforço resolverem, a solução pode estar no psicopedagogo.





