Há quase dois anos, os tutores da cadelinha Dana, uma maltês de 13 anos, perceberam um caroço do tamanho de um grão de arroz em uma das mamas dela. Levada ao veterinário, a opção foi fazer uma cirurgia para retirar toda a cadeia mamária. Por sorte, o atendimento feito no início do problema evitou que a doença se espalhasse.
"A veterinária disse que se tivéssemos demorado a buscar tratamento, as células cancerígenas teriam se espalhado para outros órgãos. Graças a isso também não foi preciso fazer nem radioterapia nem quimioterapia", conta a estudante Angélica Alves Jorge Bresciani.
Mesmo não tendo sido necessário um tratamento mais abrangente, a cirurgia foi bastante delicada, pela idade avançada de Dana, na época com 11 anos e pela extensão do corte, que foi da axila à virilha. Angélica conta que a cachorra ficou bastante debilitada e exigiu atenção constante, tanto para ministrar os medicamentos quanto para curativos.
"Nós aplicamos algumas vezes o anticoncepcional injetável e a veterinária nos explicou que isso colaborou muito para o problema. Às vezes demora um tempo para aparecer o câncer, mas nunca se deve aplicar esse remédio nos animais. Naquela cirurgia já aproveitamos e a castramos, mas agora apareceu um caroço do outro lado. A dúvida é se fazemos a cirurgia ou não, devido à idade avançada dela. Estamos monitorando enquanto não nos decidimos", afirma. (E.G.)

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