"A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) ainda não se posicionou em relação ao BLW, mas é algo que não apresenta riscos", diz o pediatra e nutrólogo Naylor Alves Lopes de Oliveira, membro do departamento de nutrologia da SBP.

Ele explica que com o método a criança vai despertar para novos sabores e novas cores, se alimentando de forma lúdica, mas que nem toda criança tem desenvolvimento neurológico para o BLW e cabe aos pais estarem atentos e acompanhando a alimentação dos filhos. "Engasgos podem acontecer com qualquer tipo de alimento. Não se deve colocar a criança para comer vendo televisão", orienta.

Oliveira aponta que ainda é cedo para avaliar se as crianças alimentadas segundo o BLW vão apresentar alguma carência nutricional e diz que as mães que quiserem podem oferecer uma papinha tradicional depois da alimentação pelo método. (E.G)

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