Foi em busca de experiência e oportunidade que Patrícia Kuczmarski começou a trabalhar, em dezembro do ano passado, na Siberian do Shopping Mueller em Curitiba. Ela era mais uma das vendedoras temporárias contratadas para trabalhar de 15 a 26 de novembro, mas acabou se entendendo tão bem com o produto e a profissão, que hoje já é a subgerente da loja.
Assim como ela, pelo menos mais seis vendedoras também estarão passando pela experiência neste ano, cada vez mais comum, do chamado trabalho temporário.
‘‘Normalmente, elas ganham por comissão’’, explica Patrícia. ‘‘Mas existe ainda um outro tipo de profissional contratado, não para vender, mas apenas para cuidar da arrumação e da aparência da loja. Este já ganha um fixo’’.
Arquivo FolhaA empresária Fátima Nonino já está treinando os funcionários que irão trabalhar em suas lojas no período que antecede o NatalEntre os pré-requisitos para a contratação estão a aparência, que tem que ter o mesmo perfil do produto vendido na loja, o astral, a idade e o pique. Depois da primeira seleção, um treinamento serve para facilitar a adaptação das novas funcionárias à loja. ‘‘O interessante é que, às vezes, a pessoa se dá tão bem que a gente acaba ficando com ela depois do período de Natal’’, comenta a subgerente. ‘‘Foi o meu caso. Vou completar um ano na loja, em dezembro, e já passei de vendedora a subgerente. Nesta época chegamos a receber até seis pessoas por dia, que vêm atrás destas vagas’’.

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