Fotos: divulgação




Novo Corpus
Seguindo a tradição de Corpus de trazer sempre novidades aos consumidores, chega aos supermercados o Corpus Frutas e Fibras. Desta vez, além de cooperar com a boa forma – já que possui 0% de gordura – Corpus vai contribuir também para a beleza da pele e dos cabelos através das fibras presentes em sua fórmula. O produto pode ser encontrado nos sabores Frutas Amarelas (com pedaços de mamão, pêssego e laranja) e Frutas Vermelhas (com pedaços de amora, framboesa e morango). As duas versões vêm também com pedacinhos de trigo e aveia, cereais riquíssimos em fibras. O novo iogurte da Danone vem em bandejas com quatro potes de 120g cada.



Menos calorias
A Nova América, uma das cinco maiores produtoras de açúcar do País, acaba de lançar o adoçante de mesa. Trata-se do Dolce Light, um produto que tem o dobro de poder adoçante e 50% menos calorias que o açúcar comum. O produto é uma junção da sacarose (açúcar comum), produzida pela Nova América, com a sucralose, um edulcorante originado da cana-de-açúcar, produzido pela Johnson & Johnson, com poder adoçante centenas de vezes maior que o açúcar comum. A mistura do sucralose com o açúcar refinado comum tem o dobro do poder adoçante, porém, com 50% menos de calorias. Disponível em embalagens de 500 gramas, o Dolce Light pode ser usado em pratos que vão a altas temperaturas e no preparo de alimentos e bebidas, substituindo o açúcar.








Mistura fina
A Granoceres está lançando sua marca de farinha de trigo, que vem juntar-se à linha de produtos Graciosa, há 40 anos no mercado. Reativando o moinho curitibano do mesmo nome, que assumiu há 19 meses e já apresenta um crescimento de 96%, o sexto maior em vendas no segmento de panificação na região metropolitana de Curitiba. A empresa abastece o mercado brasileiro, além de exportar grãos para a Europa e EUA. Apesar de ter como carro-chefe a farinha com fermento enriquecida com ferro, especial para pães e bolos (foto), a linha da Granoceres possui 13 versões do produto, que vão de farinhas de trigo para panificadores e para uso doméstico, dos tipos especial, semolada e integral, até mix de panificação, schorot e farelo de trigo.





Vinho premiado
A linha de vinhos Terrazas, lançada no ano passado, acaba de receber duas medalhas de prata no Vinalies Internacionales 2001. Realizado na França e considerado o Oscar dos vinhos, o concurso é um dos mais importantes da categoria, avaliando cerca de 1.000 vinhos de 33 países. Os vinhos premiados foram o Reserva Cabernet Sauvignon 1999 e Reserva Malbec 1999. A Bodega Terrazas é um empreendimento da Chandon na Argentina. Outras informações sobre a empresa podem ser obtidas no site www.terrazasdelosandes.com, que apresenta degustações comentadas por enólogos e dados curiosos sobre os vinhos e sua história. Por enquanto, o conteúdo pode ser visualizado apenas em espanhol e inglês. Em agosto será lançada a versão em português.






Doces tentações
A Parmalat está lançando a linha de biscoitos e bolinhos Kidlat, desenvolvida para agradar as crianças no paladar e visual, e as mães na qualidade e praticidade. São 14 itens que estão chegando ao mercado, todos testados em pesquisas realizadas com consumidores. Na linha biscoitos destacam-se, entre outros, os Flocos e Glacê. Entre os bolinhos, que se diferenciam pela maciez da massa, pelo sabor dos recheios e pela exclusividade das coberturas, a linha apresenta seis novas opções: Brigadeiro, Chocolate e Baunilha, Morango e Chocolate, Cenoura e Chocolate, Cenoura e Chocolate, Chocolate Branco e Chocolate Coberto (os dois últimos em forma de minirrocambole e cobertos de chocolate).
História da gastronomia
‘‘Numa vida de cerca de 70 anos, quem dedica mais ou menos duas horas diárias ao ato de comer passará cerca de seis anos comendo’’. Esta e outras revelações estão no livro De Caçador a Gourmet – Uma História da Gastronomia, de Ariovaldo Franco, que a editora Senac-SP colocou no mercado. Em nove capítulos, o autor passeia pela história da humanidade, destacando os hábitos alimentares de cada época e suas influências na gastronomia atual. A viagem começa com os gregos e romanos e seus hábitos de servir à mesa, passa pela Idade Média, enaltecendo o papel dos mosteiros. Ariovaldo destaca ainda as mudanças gastronômicas dos séculos XVII, XVIII e XIX e a consequente indústria da alimentação, para chegar , finalmente, à globalização do século XX, que produziu um dos produtos mais significativos da sua internacionalização – aquilo que o autor chama de ‘‘McDonaldização’’.

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