Costumes brasileiros na Turquia
Durante dois meses, a estudante de Arquitetura, Clarissa Raquel de Souza, de 22 anos, viveu experiências que não vai esquecer pelo resto da vida. Ela estuda na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e no ano passado fez estágio em Istambul, na Turquia. Foi muito bom, aprendi muita coisa de arquitetura, e também da cultura local. Na volta recebi elogios de diversos professores, dizendo que eu fiquei mais corajosa, ousando mais em meus projetos, disse.
Trabalhando num escritório de engenharia e arquitetura, Clarissa teve a oportunidade de levar costumes do Brasil para a Turquia, e também o contrário. As questões culturais influenciam muito no projeto de uma casa. Quando desenhei uma área de serviço, as pessoas não sabiam o que era e qual sua utilidade, mas a proprietária adorou e incorporou o ambiente que não conhecia. Outra coisa diferente na Turquia é que a lareira é a área central da casa, que fica num grande salão, onde a família se reúne, explica.
A comunicação durante o estágio foi toda em inglês, o que facilitou sua adaptação. Mesmo assim, a universitária lembra de costumes que considerou surpreendentes: Lá os homens se beijam no rosto e depilam as axilas, e os casais não andam juntos, de mãos dadas, como no Brasil, é sempre o homem na frente e a mulher alguns passos atrás, conta. (C.P.)





