Márcia Helena Suenson, diretora da Escola Cemepe, em Londrina, conta que a primeira vez que teve contato com as pulseiras foi quando um casal de amigos veio dos Estados Unidos. "Os filhos deles estavam brincando com as pulseiras e como conhecem alguns alunos nossos, logo a mania pegou."

Para evitar problemas, a escola determinou horários próprios para a brincadeira e também proibiu a venda no ambiente escolar. "Queríamos fazer um projeto que envolvesse a brincadeira, mas por estarmos no final do ano letivo não foi possível. Percebo que a brincadeira estimula a criatividade e favorece a coordenação motora fina. A maioria das crianças não usa o tear e sim improvisa ferramentas, como garfos, pregos, carregador de celular e até os dedos. Também notamos uma maior aproximação entre pais e filhos, algumas mães fazem as pulseirinhas junto com as crianças", conta. (E.G)

Imagem ilustrativa da imagem Coordenação motora e criatividade
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