Convivendo com a doença
''Uma doença cara e dolorosa'', resume o advogado Moisés Eduardo Bueno de Oliveira, 40 anos, vice-presidente da Federação Brasileira de Associações Civis de Portadores de Esclerose Múltipla (Febrapem), que convive com a doença desde 1994. No norte do Estado, segundo ele, existem cerca de 120 pessoas portadoras da EM, mas ele acredita que esse número possa ser maior, pela dificuldade de se fechar um diagnóstico.
O Hospital de Clínicas é responsável pelo acompanhamento desses portadores os atendimentos ocorrem às quartas-feiras, no período da manhã. Moisés destaca que a medicação, que utiliza em dias alternados, é concedida pelo governo do Estado, através de um mandado de segurança. O custo mensal dos remédios é de US$ 1.500,00, e na região há outras 80 pessoas que utilizam o mesmo remédio.
Moisés informa que as associações representativas dos portadores visam a melhoria da qualidade de vida das pessoas e das famílias, divulgando informações sobre a doença e promovendo a conscientização da sociedade para o problema. Em Londrina, desde 1999 existe a Associação Londrinense de Portadores de Esclerose Múltipla (Alpem). A entidade é reconhecida como de utilidade pública municipal e estadual. O grupo se reúne uma vez por mês (na terceira quinta-feira de cada mês), numa sala cedida pela Paróquia Sagrados Corações.(C.G.)





