‘‘Vai ser meu segundo vestibular, vou tentar Fisioterapia. Em julho eu prestei para Relações Públicas, só para teste. Não cheguei a passar, mas fui bem. Acho que a experiência vai me ajudar a ficar mais tranquila agora, que é para valer e tenho que levar a sério. Não estou nervosa. Fiz superintensivo de manhã e revisei a matéria em casa, estudando umas três horas por dia. Estava com medo no começo, agora estou mais tranquila, mas tenho muitos amigos que estão apavorados.’’
Carla Renata Fernandes, 17 anos



















‘‘É meu primeiro vestibular, mas não estou muito nervoso. O curso que eu escolhi, Hotelaria e Turismo, não é muito concorrido. Fiz intensivo de manhã e cursinho à noite. À tarde, em casa, só dei uma revisada nas matérias. Sei que se ficar estudando muito minha cabeça não vai funcionar. Nos finais de semana, não deixei de sair. Só tive que parar de fazer judô, que eu pratico desde pequeno. Meu pai pediu para eu dar um tempo no esporte para estudar. Até tentei continuar, mas cansava demais e chegava no colégio morto de sono.’’
Guilherme Boer, 18 anos















‘‘Fiz meu primeiro vestibular em julho e, pelas minhas expectativas, até que fui bem. Agora estou bem mais preparado. Além do intensivo, estudei em casa, mas sem um tempo determinado e só quando tinha ânimo, intercalando os estudos com televisão, música, computador e telefone. Mas acabava estudando todos os dias, porque é preciso lembrar que enquanto você está parado, tem alguém estudando. A concorrência assusta, mas já fiz minha parte. Agora tenho que confiar em mim e pensar que não vou ser o único a estar nervoso na hora das provas.’’
Bruno Ponich Ruzon, 17 anos
















‘‘É meu primeiro vestibular e vou tentar Medicina. Estou um pouco nervosa pela pressão. Não só da parte dos meus pais, mas, principalmente, de mim mesma. Às vezes, duvido um pouco da minha própria capacidade. Procuro relaxar, mas é um pouco difícil. Fiz intensivo de manhã e estudava umas três horas por dia, mas agora estou tentando descansar para não ficar muito obscecada. Se eu me pressionar, vou acabar esquecendo o que aprendi e na hora pode dar branco.’’
Sílvia Natani Victorino, 17 anos

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