Enquanto se tenta resolver o problema, salvo em situações especiais (com falecimento de algum parente), é primordial que a criança continue frequentando a escola. ‘‘Há muitas questões que ela pode decidir. Esta, não’’, diz a diretora do Colégio Magno, com o aval de psicólogos especializados na infância.
Franciele Busico Barozzi, pedagoga e coordenadora de 2ª a 4ª séries da Escola Projeto Vida, ressalta que uma criança com 7 ou 8 anos não tem como avaliar se deixar de ir à escola é bom ou ruim para ela. ‘‘Não se pode deixar que ela decida sozinha. Deve-se decidir, no mínimo, em conjunto.’’
É importante continuar indo à escola mesmo quando há problemas lá. ‘‘Se a criança é sempre retirada de uma situação de conflito não desenvolve armas para lutar’’, alerta Cláudia. Valorizar o lado positivo dessa adversidade é o conselho de Gabriela para tentar tornar as coisas um pouco melhores para a criança. ‘‘Mas sem minimizar o problema, pois, se os pais não dão bola, criam
outro problema’’, ressalva.
E, acima de tudo, é fundamental que pais e educadores estejam sempre próximos, unindo escola e família para descobrir o que está errado e resolver o problema.(M.P.O.)

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