Com que roupa eu vou?
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Elaine Souza <br> Reportagem Local 
A tradição de vestir-se como um personagem remonta à Antiguidade Clássica. No mundo grego antigo, a festa que hoje é sinônimo de brincadeira, era símbolo de religiosidade e homenagem. A festa com fantasias e desfiles também marcou Paris no século XIX. Foi a Cidade Luz que exportou o modelo para o mundo.
Em Londrina, a poucos dias da festa que tomou proporção de megaevento, muita gente deve estar se perguntando: com que roupa eu vou? No clima de diversão, onde no quesito se vestir tudo é permitido (mas, com cautela!), existe um sem fim de opções para fazer bonito.
Alugando ou confeccionando a fantasia, o importante é deixar a criatividade e a originalidade falarem mais alto. Excessos são permitidos, desde que os mesmos combinem com seu estilo, pois nada adianta usar algo que vai deixá-lo incomodado durante toda a festa.
Mesclando infinitos métodos de criatividade, há pessoas que preferem fantasias sensuais, radicais. Outras encarnam personagens de filme, desenhos, música, teatro, televisão. Tem também a turma dos que apostam nos modelos descontraídos, discretos, de profissões.
Cheia de diversidades visuais e tida como um encontro amigável, este tipo de festa - cada vez mais comum em todo o mundo - também é motivação para datas comemorativas, como aniversários, por exemplo, que propõem temáticas para que os convidados compareçam vestindo algum tipo de fantasia.
Encontros divertidos e tradicionais que já fazem parte de muitas culturas, as festas à fantasia nada mais são que um Carnaval fora de época, onde as pessoas dão asas à imaginação e se divertem nos mais variados locais.















