Castigar ou não um filho é uma pergunta que sempre passa pela cabeça dos pais na hora da educação. Porém, alguns não conseguem entender a diferença entre ''educar para aprender'' e ''educar sob angústia'', quando a criança passa a ter pequenos traumas com os maus ensinamentos de seus criadores.
Os filhos precisam entender o motivo do castigo e não achar que estão sendo punidos por autoritarismo ou irritação dos adultos. A criança pequena deve ser repreendida logo em seguida ao mau comportamento. Por exemplo, se ela tentar subir num lugar perigoso, os pais devem fazer cara feia para expor que aquilo não é certo e pode machucar. Agora, se a criança fizer a coisa certa, recompense-a com um sorriso ou um carinho.
Coerência na hora da punição é fundamental. Castigue quando o ato mereça e não porque está cansado ou com raiva. Diminua passeios ou tire algo da rotina da criança que ela goste, sempre explicando o motivo da punição.
Nada de gritos Tenha calma e não grite: as crianças se acostumam com os gritos e isso não mais as assustará. Uma dica: nunca diga ''Como você é feio'' e sim ''Que coisa feia você fez''.
Cuidado para não se ''desmanchar'' com choros e chantagens. Depois da decisão tomada, não volte atrás, a criança poderá usar essa arma para se livrar dos castigos sempre. Educar requer trabalho e paciência por parte dos pais. Cabe a eles ensinarem as regras e os limites do convívio social, com calma e segurança.
Etapas
Zero a três anos:
Educar começa desde cedo: um olhar severo já diz muita coisa.
Três a seis anos:
Nesta fase, há curiosidade e necessidade em explorar. Por isso, as crianças precisam de alguém para lhe impor limites, pois não fazem isso sozinhas.
Seis a nove anos:
Se os castigos que levou durante toda sua vida foram agressões, a criança poderá ter dificuldades na escola por ser uma criança insegura e agressiva.

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