No coração da Amazônia pulsa uma cidade caótica, de trânsito intenso, com sabores únicos e uma bela e preservada arquitetura, herança do Ciclo da Borracha. Ao seu redor, a floresta - e um sem-fim de passeios para explorar esse ecossistema tão peculiar. A escolha de Manaus como uma das cidades-sede da Copa do Mundo foi muito controversa, mas uma coisa ninguém discute: sua vocação turística.
Uma pena a cidade não usufruir do tão falado "legado" da Copa: o monotrilho prometido não saiu do papel e a reforma do aeroporto ficou pronta, mas com algumas falhas apontadas por usuários. As atrações históricas, contudo, não farão feio: o Mercado Adolpho Lisboa foi renovado recentemente e o Teatro Amazonas sempre arranca suspiros.
Quanto à hospedagem, Manaus vai além dos meios tradicionais. Hotéis de selva e barcos-hotéis são alternativas charmosas. O Iberostar Grand Amazon, por exemplo, vai funcionar como hotel-flutuante de 16 a 22 de junho. O sistema continuará all-inclusive, mas os passeios serão pagos à parte. As diárias custam desde R$ 520 (mínimo duas noites).
Vale lembrar ainda que o tradicional Festival de Parintins ocorre logo depois do fim da primeira fase, entre os dias 27 e 29 de junho. Uma ótima razão para esticar um pouquinho mais a viagem (Parintins está à uma hora de voo de Manaus).

Imagem ilustrativa da imagem Capital da selva guarda tesouros
| Foto: Fotos: Shutterstock
No coração da cidade, o Teatro Amazonas é pura imponência e não pode deixar de ser visitado



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