Bronzeamento artificial é mais perigoso que o sol
Os especialistas são unânimes ao afirmar que as camas de bronzeamento modismo que conquistou muitas adeptas nos últimos verões oferecem um risco de câncer de pele ainda maior do que a exposição à luz solar. O grande problema é que essas máquinas de bronzear não queimam e, portanto, não provocam o ardor que determina, sob o sol, a hora de parar. Tudo porque elas praticamente não emitem raios ultravioleta B (UVB), que atingem as camadas mais superficiais da pele causando queimaduras.
Com 95% de raios ultravioleta A (UVA), as máquinas estimulam a pigmentação da pele por ondas que penetram profundamente, sem sinais perceptíveis. São justamente esses raios os causadores do câncer de pele mais letal, o melanoma. Para informar os clientes sobre os riscos que estão correndo, as clínicas de bronzeamento da cidade de São Paulo são obrigadas, por lei, desde novembro do ano passado, a colocar em locais visíveis um aviso do tipo: raios ultravioleta causam câncer de pele. A multa para quem descumprir a determinação é de R$ 1.128,00. ()
Fonte: Hospital do Câncer em Foco. Edição de dezembro 2001/janeiro 2002.





