Preparar, apontar e... Logo após a festa de formatura, a crescente auto-expectativa em relação ao futuro faz com que surjam cobranças excessivas. Afinal, houve um alto investimento e o novo profissional acredita que precisa retribuir com trabalho em regime urgente, urgentíssimo. Em questão de dias, pode ocorrer a temível depressão pós-formatura. Muitos fantasmas vêm rondar a porta do diplomado: a falta de experiência prática, o currículo escolar inadequado com a realidade e a necessidade de um treinamento adicional. As oportunidades oferecidas nem sempre são aquelas sonhadas nos bancos escolares, e isso contribui para a depressão.
O mercado para os profissionais recém-egressos dos cursos superiores requer muita disposição, otimismo e bons contatos. A parte emocional não deve ser descartada porque, se o candidato ao emprego não possuir uma estrutura emocional tranquila, certamente isso terá interferência direta no momento da seleção. Outro ponto importante, na hora da entrevista para um provável emprego, é a pontualidade. Chegar atrasado é gol contra.
Discrição na forma de se vestir causa boa impressão. Abusar das cores neutras e peças básicas conta pontos. Mas a apresentação nem sempre precisa seguir um padrão. É importante a pessoa se apresentar exatamente da maneira como ela é. Outro toque importante: nada de óculos escuros. A entrevista ou conversa tem que ser olho no olho, para transmitir segurança e confiabilidade. Uma conversa fluente no momento de uma entrevista é também uma prova de que o profissional possui capacidade de raciocínio na área que escolheu atuar. Finalmente, o currículo deve ser bem elaborado para que a boa impressão se instale por completo.

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