Estudar ou trabalhar no exterior pode ser muito mais do que uma viagem para aprofundar os conhecimentos de idiomas ou de conhecer novos lugares. Trata-se de uma experiência que pode fazer o intercambista evoluir tanto no campo pessoal como no profissional mediante o contato com outras culturas e com as responsabilidades que pessoa precisa lidar no dia a dia, longe da família e da zona de conforto que habitualmente possui no Brasil.

A Associação Brasileira das Operadoras de Viagem Educacionais e Culturais realizou uma pesquisa para realizar uma estimativa em relação ao número de estudantes brasileiros que irá estudar no exterior e constatou que ele deve aumentar de 215 mil em 2011 para 282 mil este ano, um aumento de aproximadamente de 30%.

Segundo a consultora Neize Domingues, da World Study, ao realizar um intercâmbio a pessoa adquire comportamentos que serão importantes para a vida dela. ''A personalidade fica mais flexível, mais independente e adquire uma capacidade para resolver problemas que podem colocá-la em vantagem nos processos de seleção profissional. Hoje os departamentos de Recursos Humanos têm valorizado esse tipo de experiência'', afirma.

A gerente da CI (Central de Intercâmbio) de Londrina, Priscilla Bassan, é um exemplo disso. Ela confidencia que se tornou gerente graças a essa experiência que adquiriu como intercambista. ''O intercâmbio amplia a sua visão do mundo'', enaltece.

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"Experiência foi determinante em minha carreira"

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