Aperfeiçoando a pronúncia
A engenheira civil Stela Maris Pelegrini Zagatto estudou inglês durante muitos anos e conta que sempre se interessou pelo idioma, tanto que insistiu até a mãe conseguir matriculá-la em um curso particular, um ano antes da idade mínima exigida. Os estudos continuaram até o 2º ano do colegial e foram retomados durante a universidade, mas mesmo com tanto estudo, ela sentia falta de maior fluência.
"Naquela época, as escolas, pelo menos onde estudei, priorizavam mais a gramática. Depois de formada estudei mais um ano, pensando em aperfeiçoar a pronúncia. Depois disso, passei somente a 'ouvir' filmes em inglês", conta.
Porém, com o nascimento dos filhos, Stela diz que sua programação de filmes mudou e ela acabou perdendo a desenvoltura em ouvir e falar. "Eu leio bem, escrevo bem, mas, no momento da 'conversação' me sentia 'travada'. Conseguia me comunicar, mas não estabelecer um conversa fluente. Sei que tenho muito a aperfeiçoar na pronúncia e na audição também, ainda tenho dificuldade de compreender quando a pronúncia é muito rápida.", explica.
Uma viagem de turismo aos Estados Unidos com a família foi a motivação para que Stela retomasse os estudos, visando principalmente a fluência. Para isso, optou por aulas particulares que simulam as diversas situações que podem ocorrer na viagem, desde compras e alimentação até emergências médicas. Outra técnica é ouvir CDs com conteúdos de aula de inglês no trânsito. "É para me acostumar a ouvir a língua, mesmo que algumas vezes não consiga compreender tudo na primeira vez." (E.G)





