Aparelho auditivo ajuda a driblar deficiência
Foi no teste da orelhinha que a deficiência auditiva de Bruno, filho da dona de casa Gislaine Ferro de Souza, de 36 anos, foi identificada. Ela conta que no hospital os médicos desconfiaram que havia alguma coisa diferente na criança e os exames realizados posteriormente com um otorrinolaringologista apontaram para a perda auditiva de 70% em um ouvido e 80% no outro. No caso de Bruno, que atualmente tem 5 anos, o problema auditivo se deu porque ele nasceu com mucopolissacaridose, uma doença metabólica hereditária que afeta além da audição, outras partes do organismo.
Por conta da perda auditiva, Gislaine conta que Bruno foi um bebê com os sinais clássicos do problema. "Ele não acordava com barulho e não olhava para nós quando o chamávamos", conta a mãe. Por orientação médica, o menino começou a usar aparelho auditivo aos nove meses de idade e de lá para cá muita coisa mudou na vida dele e da família. "Com a doença genética que ele tem, o aparelho auditivo é o menor problema. Aceitei a necessidade de usar porque sabia que aquilo era o melhor para o meu filho, na verdade fiquei bem feliz porque o médico explicou que o aparelho daria uma condição de vida melhor para ele", comenta Gislaine.
Muito bem adaptado ao aparelho, logo que acorda Bruno pede que a mãe o coloque. Conforme ela, o aparelho só trouxe benefícios e o menino não fica sem ele. (M.A.)





