Alguns métodos disponíveis no mercado têm eficácia garantida no tratamento antitabagismo, mas, segundo a pneumologista Andréa Jacomossi Sant’Anna, de nada adiantam se a consciência sobre os males do fumo e a necessidade de parar de fumar não forem as principais motivações.
Entre as alternativas está a nicotina transdérmica, na forma de adesivos que, aplicados na pele, diminuem a necessidade química da nicotina. O grande inconveniente é o preço, que acaba inviabilizando o tratamento de, no mínimo, três meses. A cada mês, é preciso desembolsar cerca de R$ 300,00.
A mais nova droga no mercado é um antidepressivo chamado Bupropiona, usado hoje especificamente para combater o tabagismo. ‘‘Cerca de 70% dos meus pacientes pararam de fumar com o medicamento’’, informa Andréa. A duração é, em média, de quatro meses. ‘‘Não se trata de um remédio milagroso. Ele apenas diminui a ansiedade’’, esclarece. (R.V.)

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