A etiqueta não é estática, mas faz diferença
Ao freqüentar restaurantes, os cuidados devem ser com o cigarro, o celular e o garçom. O primeiro só é permitido em alas próprias. Nos jantares em residências, só fume se tiver um cinzeiro por perto. Se não existir nenhum, o recomendado é pedir permissão para fumar fora da casa, explica Elizabete. Os celulares devem ser evitados para conversas longas à mesa. Só atenda se for algo importante e rápido, enfatiza. Outro hábito antigo, mas ainda em uso, é o tratamento dado ao garçom. Em restaurantes é o homem quem entra primeiro, puxa a cadeira para a mulher e faz os pedidos. Ficar acenando várias vezes ou chamando o garçom em voz alta também é feio. O correto é levantar e ir até ele, explica.
Exagero de detalhes para serem lembrados? Em caso de dúvida, a especialista dá a dica. Quando não souber como agir, observe as outras pessoas e faça igual. Se a comida for diferente, peça ao anfitrião que lhe explique como comê-la. Ele irá se sentir feliz em lhe oferecer algo novo e lhe ensinar, garante. Para quem acha tudo isso um exagero, Elizabete explica a razão de usar e conhecer a etiqueta. Certas coisas, como presentear o anfitrião de um jantar, não são necessárias, mas diferenciam a pessoa das demais. E a etiqueta não é uma coisa estática. Digo que tudo depende da impressão que se deseja passar. É como uma roupa: pode ser elegante, descontraída, moderna, mas tem que tem que ser de bom gosto, argumenta. (H.F.)





