A escola que cresce com os alunos
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Reportagem Local 
Quando optou pelo método canadense para a educação da filha, a médica Luciana Vargas Nunes transformou a pequena Lara em uma das pioneiras na cidade. "A Larinha foi uma das primeiras alunas", orgulha-se Luciana sobre a escolha da Maple Bear Canadian School, dois anos atrás. "A gente percebe o amadurecimento dela, como o cérebro desenvolveu bastante", explica a médica, que teve a confirmação da escolha acertada em pouco tempo. "Em dois meses ela já estava falando palavrinhas em inglês", lembra.
"A Larinha adora a escola, se dá bem com as professoras e chega empolgada em casa", comemora Luciana. Para ela, três requisitos da Maple Bear foram fundamentais na hora da escolha. "Tem a opção de ser horário integral, é bilíngue e tem o fato de ser uma escola pequena, onde todos se conhecem. É uma grande família", define.
Com turmas no ensino infantil divididas em salas de Toddler, Nursery, Junior Kindergarten e Intermediate Kindergarten, a unidade londrinense se prepara para inaugurar também o ensino fundamental. "A partir do ano que vem abriremos uma turma nova a cada ano até chegarmos ao nono ano do fundamental", adianta Andrea Pizaia Ornellas, sócia diretora da Maple Bear Londrina. Um espaço de três mil metros quadrados vizinho à escola está sendo preparado para receber as novas salas de aula.
No método canadense, segundo Andrea, o aprendizado é baseado no mundo que cerca as crianças. "É tudo contextualizado, com estímulo de múltiplos sentidos, com muita música, muita literatura e brincadeira", explica. "Uma aula Maple Bear é feita de perguntas, e a criança vai descobrindo as respostas por si mesma com auxílio do professor. E a complexidade vai aumentando conforme ela cresce. O objetivo é que seja interessante para a criança", enfatiza a diretora.
Ao mesmo tempo em que a escola pratica a ação e a experimentação como práticas pedagógicas, aos alunos também são dadas regras e rotina. "Isso passa segurança para a criança", garante Andrea. "Essa liberdade mais contida é um ponto positivo, também educa os pais", conta a arquiteta Michele Iramina, mãe de Nicole, de 3 anos, aluna do Nursery.
"É uma escola menor, mas tem a estrutura de uma escola canadense", justifica Michele sobre a escolha da escola para a primogênita. "E a Nic gostando, a ideia é ela ficar. Acho legal essa continuidade", afirma a arquiteta sobre a ampliação da grade da Maple Bear.
Para Michele, a opção pelo ensino bilíngue vem do fato da criança aprender de forma mais natural uma outra língua. "A criança tem facilidade de aprender e como foi inserida numa segunda língua, também fica mais fácil aprender uma terceira", diz.
A equipe pedagógica passa por vários treinamentos realizados tanto na escola, por educadores canadenses, quanto em São Paulo. "Há um controle em relação ao método", explica Andrea. Além da unidade londrinense, a Maple Bear tem outras 80 escolas espalhadas pelo Brasil.




