Um estudo realizado por neurologistas de Ribeirão Preto revelou os prejuízos
causados pela enxaqueca em funcionários de um hospital público brasileiro.
Foram analisados 846 trabalhadores com enxaqueca do Hospital das Clínicas da
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, no
período de um ano (1998). Desse total, 91% apresentaram algum grau de
debilidade por causa da dor. A queda de rendimento média foi de 56,9%.
De acordo com o neurologista Marcelo Eduardo Bigal, um dos responsáveis
pelo estudo, o custo indireto da enxaqueca para o hospital foi de US$
815.622,54. Em média, esses trabalhadores perderam 6,5 horas de trabalho por
mês. ‘‘A análise dos dados evidenciou que os funcionários do HC optam por
trabalhar com dor, em vez de se ausentarem’’, revela o médico. ‘‘Mas a maior
perda de horas de trabalho ocorreu devido à queda de rendimento, e não ao
absenteísmo’’.
Pesquisa semelhante, realizada com estudantes universitários, mostrou que a enxaqueca causa queda de rendimento de 62,7%. No Reino Unido, esse índice é de 49%. Nos Estados Unidos, a doença faz com que homens e mulheres percam dois dias de trabalho por ano, o que gera um prejuízo de US$ 17,2 bilhões para o país.
Segundo o estudo realizado em Ribeirão Preto, os custos da enxaqueca aumentam conforme a intensidade e a duração da dor. ‘‘A enxaqueca deve ser encarada como problema de saúde pública’’, afirma Bigal. ‘‘É necessária a adoção de medidas que visem diminuir o impacto da doença sobre o indivíduo e sobre a sociedade’’.
Tratamento Atualmente, existem medicamentos específicos para o tratamento das crises de enxaqueca, tais como os triptanos, que têm ação antienxaquecosa mais específica e perfil de efeitos colaterais mais favorável.
Os triptanos representam um expressivo avanço farmacológico graças a sua
ação rápida e eficaz nas crises agudas de enxaqueca e já foram utilizados
por milhões de pessoas com enxaqueca no mundo. Na prática, esses remédios contribuem para aperfeiçoar o tratamento de enxaqueca, para evitar internações em casos mais difíceis e para combater o consumo excessivo de medicação.
Nessa classe de medicamentos, a Merck Sharp & Dohme desenvolveu um produto à base de benzoato de rizatriptano MSD que demonstrou, em estudos clínicos, que cerca de 90% dos pacientes retomam suas atividades diárias em até 2 horas após sua administração. É o único medicamento para a enxaqueca em formulação rapidisc – comprimido que se dissolve na boca sem necessidade de líquidos.
Serviço:
Sites da Merck Sharp & Dohme sobre enxaqueca: www.maxalt.com.br e www.msdonline.com.br

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