A bainha desceu
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Caline Migliato<BR>Agência Estado 
Os anos 1970 ganharam força no mundo da moda. A cultura hippie, o festival Woodstock e a bandeira de paz e amor chegaram com muito estilo por meio dos vestidos longos e esvoaçantes para o dia a dia. O comprimento adequado das peças é cobrindo o peito do pé, mas sem arrastar no chão, como a pantalona. A barra deve terminar no tornozelo. Em tons lisos ou estampados, que nesta temporada destacam listras, tye day grafismos e florais.
O vestido longo é uma boa opção para quem está um pouco acima do peso. ''É uma peça muito democrática, o que varia é o decote e se a modelagem é mais ou menos colada ao corpo. As gordinhas devem optar pelos vestidos mais soltos e não abusar dos decotes exagerados'', ensina a consultora de moda Marcia Jorge.
Para completar o look, os pés pedem sapatilhas, plataformas, tamancos e anabelas. ''Rasteirinhas também valem, mas só se a mulher não for muito baixa. Sandálias finas, delicadas, com saltinho e tiras são ótimas para as baixinhas, que não devem abrir mão do salto nunca.'' Bia adverte que é preciso ter cuidado com acessórios muito pesados, como cintos grossos, tênis e botas. ''Se o vestido for muito estampado e colorido, opte por sapatos neutros e vice-versa.
As bolsas também contam no resultado final do look. As melhores alternativas são os modelos com alça comprida, levados nos ombros ou à mão. Não devem ser nem muito pequenos nem maxi, porque pode pesar na composição.
Informais e casuais, esses vestidos podem ser usados a qualquer hora do dia ou à noite. A diferença está no sapato, nos demais acessórios e no tipo de tecido escolhido. ''No ambiente de trabalho, o cuidado deve ser redobrado com o decote. ''O bom senso é fundamental, sempre'', recomenda Marcia.


