A alegria de ver o filho curado
Maria Aparecida Lopes fica emocionada quando olha para o filho Romulo Henrique Lopes, hoje com 3 anos. ''Não dá para acreditar, do jeito que ele estava e como ficou hoje'', conta a mãe.
Há um ano sem manifestar a doença, Romulo dá risada e brinca com as fotos da época em que tinha a doença. O seu caso foi considerado grave, pois tinha lesões pelo corpo todo, que causavam coceira e sangramento. ''Primeiro, a doença começou a aparecer atrás da orelha e, em pouco tempo, já estava espalhada no corpo todo'', lembra Aparecida.
Com a intensidade da doença, Romulo chegou a ficar internado 15 dias no Hospital Universitário. Após receber alta, mas ainda com as lesões e inchado pela ingestão de corticóides, Maria Aparecida procurou o médico, desesperada com a doença do filho. ''Não conseguia entender como o meu filho não podia melhorar e não dá para explicar a alegria que senti quando, em praticamente um mês de tratamento, as lesões cicatrizaram e desapareceram.''
Hoje, um ano após o tratamento, Romulo continua saudável e sem lesões e Maria Aparecida não mais se preocupa em deixar de em levá-lo em festas de aniversário, escola ou colocar roupas curtas. ''Antes não dava, as pessoas tinham preconceito e achavam que podiam pegar a doença'', afirma Aparecida.(A.P.N.)





