Milton DóriaA Folha da Sexta tem um dos maiores índices de leitura do Jornal. E a Sextinha é um prêmio por
essa leitura, afirma o diretor de redação Nelson MerlinA Sextinha
da Folha
A Folha da Sexta abre espaço
publicitário para o segmento
de prestação de serviços
Da Redação
O pequeno comércio é uma realidade no mercado brasileiro e mundial. Não existem dados concretos para medir seu poder de fogo, mas sabe-se que é imenso e está presente em quase todos os ramos de atividades. São pequenos empreendedores que se dedicam, principalmente, à prestação de serviços em geral. É para esse segmento da economia que a Folha da Sexta abre espaço, a partir desta edição, criando uma seção de anúncios classificados especial no suplemento.
Cada anúncio - título mais três linhas - custará R$ 5,20, circulará em 26 mil exemplares, distribuídos nas vinte principais cidades do Norte e do Noroeste do Estado. Como o tempo de vida útil do caderno é de uma semana, o anunciante tem a certeza de que seu anúncio ficará exposto por todo esse tempo, numa ampla região de grande poder aquisitivo e intensa atividade. A previsão de leitura é de aproximadamente 100 mil leitores por edição.
O gerente comercial da Folha, Plínio Rabello, diz que esta é a oportunidade de atender a um segmento que está em ascensão. Agora, com a criação da Sextinha, é possível atrair esses anunciantes. Plínio afirma que o fato de o suplemento ter leitores cativos em ambos os sexos e em todas as faixas etárias garante retorno comercial inquestionável, comprovado pelos anunciantes tradicionais do caderno.
Mário CesarA Sextinha atende ao perfil do produto e se identifica com o
perfil do leitor e do anunciante, salienta Plínio Rabello
Num suplemento que aborda assuntos de comportamento, moda, profissão, nutrição, saúde, beleza, culinária, consumo, decoração, entre outros, a Sextinha atende ao perfil do produto e se identifica com o perfil do leitor e do anunciante, argumenta ele.
O diretor de Redação da Folha, Nelson Merlin, destaca a inovação como um resultado da ampla reforma editorial e empresarial que o jornal está fazendo desde o primeiro semestre do ano. A reforma vem sendo feita por etapas, de três anos para cá, e cada etapa cumprida nos dá mais força para irmos mais longe.
A Folha da Sexta é um bom exemplo dessa expansão, explica Merlin. Há menos de dois meses reorganizamos a área do caderno Folha 2 e dos suplementos, e então os próprios jornalistas do setor apresentaram um projeto de classificados para a Sexta que já veio com o nome pronto, a Sextinha. Gostei da idéia, discutimos alguns aspectos, passei tudo para o Comercial e o trabalho de viabilidade econômica começou.
Na opinião de Merlin, quem mais ganha com isso são os leitores:
O princípio e o fim de tudo é o leitor. A Sexta tem um dos maiores índices de leitura do Jornal. Não adianta fazer classificados sem leitura. Geralmente, alguns jornais põem o preço lá embaixo e o prejuízo, com o tempo, vai lá em cima. Jornal sem leitura faz isso para atrair leitores. É uma inversão, porque primeiro é preciso ter leitura para depois ter classificados. Nossa leitura é sólida e vem da qualidade editorial. A Sexta tem 17 anos, a Folha vai fazer 50 e a Sextinha é uma consequência, um prêmio à nossa leitura. Prêmio para todos: para nós e, principalmente, para os leitores





