Musas brasileiras transformadas em divas internacionais. Com essa idéia na cabeça e muitas jóias na mão, nos braços e no pescoço, a H.Stern montou a exposição Jewels & Divas. Maquiadadas e fotografadas por Fernando Torquato, várias famosas encarnaram seus ídolos. Aqui, Ana Furtado como Liz Taylor; Adriana Mattoso como Cleópatra; Giovanna Antonelli como Madonna; e Taís Araújo como Josephine Baker. As fotos estão expostas na loja da grife em Ipanema, no Rio
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Ao que tudo indica, o desfile-conceito do curitibano Jefferson Kulig na última São Paulo Fashion Week funcionou. As vendas no show-room da marca em São Paulo tiveram que ser encerradas antecipadamente, já que excederam o limite de 40% da produção. Entre os compradores, o dono da grife americana Blush, de Nova York, que apostou nas sabotas (misto de sapato e bota), já consideradas um clássico do estilista.
Na trilha fashion do ecologicamente correto, o Brasil vai ser pioneiro. Está marcado para novembro, no Costão do Santinho, em Florianópolis, o 1º Veg Fashion Moda sem Crueldade, que vai reunir marcas e estilistas nacionais que trabalham com roupas, acessórios, cintos, bolsas, calçados e cosméticos fabricados sem componentes ou testes em animais. O evento é parte do 36º Congresso Vegetariano Mundial, que acontece no mesmo local.
Sob a coordenação de Danielle Ferraz, professora e consultora de moda do Senac/SP, os desfiles vão mostrar as criações do estilista Caio Von Vogt, conhecido por criar peças a partir da fibra de juta, e marcas como a Treetap, que utiliza o couro vegetal, feito à base de látex natural, extraído das seringueiras nativas da Floresta Amazônica. Outro destaque serão as bijuterias e acessórios criados a partir de sementes e confeccionadas por presidiárias em Brasília.
Engana-se quem pensa que o visual heroína chic ficou totalmente fora de moda depois do boom de modelos saudáveis (tanto na aparência como nas atitudes), liderado por Gisele Bündchen. Em matéria para o site chic, os jornalistas Alexandra Farah e Gustavo Garcez revelam que as new faces de hoje estão mais para trash girls: são deslumbradas e imaturas para lidar com as facilidades da profissão e com a independência precoce.
Multiplicar as peças do guarda-roupa sem gastar os tubos não é ficção. A jornalista Jussara Romão mostra, na última edição da revista Elle, que tudo é uma questão de investimentos acertados e misturas antenadas. A silhueta não ajuda? No editorial Todas as mulheres do Mundo, da revista Cláudia, há dicas de como usar a moda para disfarçar aqueles defeitinhos que atormentam a auto-estima feminina.





