Imagem ilustrativa da imagem Um intercâmbio cultural
| Foto: Divulgação

Os “Brics” são uma invenção do mundo financeiro. O acrônimo foi criado pelo mercado para se referir às economias do Brasil, Rússia, Índia e China, que depois o aproveitaram para batizar a uma espécie de clube de emergentes. Não por acaso, quando os chefes desses países — incluindo também a África do Sul — se reunirem na cúpula do grupo em Brasília, em novembro, será para falar sobre crescimento econômico e assuntos como o Banco dos Brics.

Um outro tipo de aproximação em resposta ao encontro no Brasil está sendo proposto pela 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, que começou em 21 de setembro e segue até março de 2020 com parte de sua programação concentrada na arte contemporânea dos Brics. Obras de importantes artistas brasileiros, russos, indianos, chineses e sul-africanos são colocadas lado a lado no MON (Museu Oscar Niemeyer), principal sede do evento.

“O Brics foi criado para promover uma troca econômica maior, mas é o intercâmbio cultural que vai dar alicerce para uma integração”, explica Tereza de Arruda, curadora da bienal ao lado do espanhol Adolfo Montejo Navas. O espectador poderá perceber o reflexo do conceito curatorial na diversidade de estilos, temas, materiais e suportes das obras. “A arte contemporânea, que nunca foi tão diversificada”, explica. “As fronteiras nunca foram tão maleáveis quanto hoje".

SALVE A IMAGEM E IMPRIMA PARA UTILIZAR EM SALA DE AULA

Imagem ilustrativa da imagem Um intercâmbio cultural
mockup