Um domingo na ExpoLondrina
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terça-feira, 09 de abril de 2019
Isabela Fleischmann - Grupo Folha 
“Aquilo não é um parque de diversão, aquilo é um sonho”, gritou emocionada uma menina que puxava sua mãe pela mão. Nem o tempo instável, da ameaçadora chuva, impediu que as famílias fossem passar a tarde no primeiro domingo da ExpoLondrina (7). O torcedor do Londrina Esporte Clube, Heverton Tozzi, levou sua pequena, Helena, 5, para aproveitar os brinquedos. “Sempre costumo trazê-la, ela gosta”.
Um trenzinho levava sorrisos e famílias cruzando as ruas do parque Ney Braga, onde o evento é realizado até próximo domingo (14). Mas não foram só as crianças que curtiram os brinquedos. Ana Carolina Gomes e Lucilene Rodrigues se aventuraram pelas atrações mais radicais do parque, como o “Kamikaze”.
“Quase morri”, disse Gomes, enquanto colocava os sapatos. Rodrigues conta que há 10 anos não visitava a exposição. Diferentemente de Adriana Granado, que faz parte da festa tradicionalmente há 40 anos. Enquanto filmava sua filha que girava em uma das atrações de maior adrenalina, ela contou que o que mais gosta da festa são as comidas. “Coisas tradicionais, maçã do amor, cocada. É muito bom”.
Contudo, para quem estava nas barraquinhas de venda, o movimento deste domingo não foi tão bom quanto o esperado. O comerciante Celso Prado, que veio de Ourinhos (SP) para a exposição, disse que o tempo fechado diminuiu a clientela.
Na exposição se vê carrinhos de bebê, crianças, casais, exposições de animais, de produtos. Sente-se o cheiro das mais variadas comidas, de bois, de terra que aguarda a chuva. E escuta-se sertanejo. Mas não só. Também é possível ouvir pagode e o funk marca o show noturno.
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