CIDADANIA -

Desenhando a MPB há mais de 50 anos


Marcos Roman - Grupo Folha
Marcos Roman - Grupo Folha

As mãos talentosas do paranaense Elifas Andreato ajudaram a desenhar a história de boa parte da elite da música popular brasileira nos últimos 50 anos. Nascido em Rolândia, o artista gráfico de 73 anos assinou mais de 600 capas de discos das vozes mais representativas do cancioneiro nacional. Nomes como Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Vinicius de Moraes e Clementina de Jesus entregaram ao paranaense a missão de traduzir através de seus traços precisos e criativos o conceito artístico de álbuns emblemáticos que se tornaram clássicos.


O destino se incumbiu de ajeitar os caminhos para que o paranaense pudesse mostrar ao mundo todo o seu talento . "Minha família se mudou para São Paulo quando eu tinha uns 12 anos e aos 14 comecei a trabalhar como operário na fábrica de fósforos Fiat Lux. Foi nesta época que colegas de trabalho ficaram sabendo que eu gostava de desenhar e me convidaram para fazer charges no jornal do sindicado dos operários”, relata.



 

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. | Divulgação
 


Algumas capas de discos produzidas por Elifas Andreato poderão ser conferidas durante a 34ª Mostra Afro Brasileira Palmares Londrina, que acontece até 4 de dezembro, no Museu Histórico de Londrina. A programação do evento inclui diversas atividades na perspectiva do fortalecimento da luta de combate ao preconceito, discriminação racial e racismo.


Elite: O  que há de mais valorizado e de melhor qualidade em um grupo social.

Cancioneiro: É qualquer livro impresso ou manuscrito que contenha uma coletânea de canções, e por extensão, o registro sonoro destas canções 





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