Imagem ilustrativa da imagem Comida com sabor de Expô

Você é daqueles que só de ouvir falar na ExpoLondrina já faz um planejamento do que vai comer nas ruas do parque? Não importa a idade. Dos pequenos aos grandes, sempre há apetite de sobra para uma “gulodice”. Afinal de contas, passeio bom é aquele que tem uma pausa para um lanche, um petisco, um belisco.


E para quem cresceu frequentando as ruas do parque Ney Braga nos meses de abril, ao ver as barracas típicas de comida logo se pega em lembranças de um passeio em família, a diversão com os amigos, o encontro do amor.


Dos churros que ganharam versões “gourmet” ao tradicional cachorro-quente “sirva-se à vontade”, a questão é que nenhum olfato fica alheio a essas tentações. Mas como também comemos com os olhos, o brilho das maçãs do amor e a ideia de que por trás de uma boa camada de chocolate se escondem uvas e morangos, são motivos a mais para fazer uma pausa no passeio.


O nome da família Lima está por todos os cantos da ExpoLondrina. Eles têm a maior parte das barracas que vendem pipoca e batata frita. “Minha vida foi construída com esse trabalho e lá se vão 44 anos de Expô em Londrina”, comenta a mineira Leodina Soares da Silva Lima, 75.


Já Marcos Antônio Ribeiro, 45, garante que seus produtos estão entre os mais democráticos no parque. “Ninguém deixa de comer churros aqui. Tem preço bom e agora tem novos sabores”, divulga.


Durante 29 anos, Iraci Leite de Souza, 71, sai de Presidente Prudente (São Paulo) para se instalar durante dez dias em Londrina, pois sua barraca é como uma extensão de sua casa. “A gente trabalha tudo em família e essa feira aqui de Londrina é a que mais gosto”, conta a comerciante, que vende maçã do amor.

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