Cartilha antibullying gratuita
Sindicato disponibiliza material que aborda questões como o uso seguro da internet, ações de prevenção e conceito de bullying
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 18 de junho de 2019
Sindicato disponibiliza material que aborda questões como o uso seguro da internet, ações de prevenção e conceito de bullying
Marian Trigueiros - Grupo Folha 
Com o advento da internet, tornou-se mais fácil e rápido disseminar ofensas, agressões verbais, implicâncias, humilhações e comentários perversos. Pensando nisso, com o objetivo de prevenir a prática e promover a cultura de paz, o Sinepe (Sindicato das Escolas Particulares do Paraná) lançou (em parceria com a Abrace - Programas Preventivos) - a cartilha “Escola sem Bullying”.
Em duas versões - uma para pais ou responsáveis e outra para estudantes - o material aborda questões como o uso seguro da internet, ações de prevenção, conceito de bullying e suas causas, além de dicas para identificar vítimas e o que fazer caso a criança ou o adolescente se encontre nesta situação.
A cartilha foi impressa e distribuída para todas as instituições de ensino associadas ao sindicato mas, também, foi disponibilizada em formato online para que as escolas possam compartilhar o material com alunos e suas famílias para que toda sociedade participe da discussão e pense em estratégias de prevenção.
LEI
Desde 2016, entrou em vigor a lei federal nº 13.185 que instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática. Ou seja, a lei determina o que é bullynig, prevê sanções a quem comete, além de tornar obrigatório que as escolas tenham iniciativas de combate ao bullying.
De acordo com o texto do Governo Federal, “será considerada intimidação sistemática (bullying) todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.”
O texto ainda prevê que docentes e equipes pedagógicas deverão ser capacitados para implementar ações de prevenção e solução do problema. Para isso, pais e familiares serão orientados para identificar vítimas e agressores. Outro ponto presente no documento é a realização de campanhas educativas e o fornecimento de assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores.


