Tudo é possível no território da brincadeira.
Chinelo pode se converter em avião. Cadeira pode virar árvore. Caixa de papelão pode se transformar em caverna. Tampinha de refrigerante pode virar navio.
Com imaginação tudo é possível no território da brincadeira. 
“O Circo Catástrofe”, livro do ilustrador francês Benjamin Chaud, mergulha na infindável imaginação presente nas brincadeiras infantis.
Traz história de Malu, uma garotinha que adora brincar de circo. Em suas brincadeiras, lençol se convertia em tenda, boneca virava trapezista, ursinho de pelúcia se transformava em malabarista, coelhinho de pano virava acrobata.
Um belo dia Malu resolveu ampliar a brincadeira. Decide fazer um circo de verdade. Na sala de casa arma um picadeiro onde ela seria a grande artista.
Transforma o peixe do aquário em acrobata. Converte o cachorro em trapezista. E ela mesma se torna uma grande equilibrista utilizando todos os objetos da casa.
Distraída em sua imaginação, a garotinha não se dá conta das possibilidades de perigos, riscos e acidentes. E durante o processo acaba acontecendo uma coleção de previsíveis catástrofes.
Com bom humor, o autor aborda a possibilidade de acidentes quando crianças embarcam em brincadeiras sem a capacidade de distinção entre imaginação e realidade.   
Publicado originalmente em 2001, “O Circo Catástrofe” volta às livrarias no final de maio relançado pela editora Salamandra.
Imagem ilustrativa da imagem A realidade da imaginação
| Foto: Reprodução
Serviço:
“O Circo Catástrofe”
Autor – Benjamin Chaud
Editora – Salamandra
Tradução – Roseana Murray
Páginas – 52
Quanto – R$ 48
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