Koans, volto dizer, são pequenas estórias, micrometáforas com que o budismo, sobretudo em sua vertente zen, procura ‘‘transmitir’’ a possível filosofia da ‘‘iluminação’’. Para cada idéia acesa, uma brasa - o ‘‘satori’’, este fulgor de fósforo riscado no escuro.
Nascidos também ao sabor do acaso e baixo seus humores, koans são revelações quase sempre imprevistas mas que podem modificar substancialmente a estrada e o monge que, na estrada, busca a graça do saber que é assim feito o diamante na ‘‘noite trevosa do ser’’ como localizou o lugar da ignorância, um dia, o poeta e andarilho Matsuo Bashô. Que, não desconhecemos, foi além que um sábio.Sorriso do céu

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