O júri do Festival do Rio escolheu ''Vips'', dirigido por Toniko Melo, como o melhor longa-metragem de ficção deste ano. O filme ganhou ainda os prêmios de melhor ator e atriz coadjuvantes e de melhor ator para Wagner Moura.
Em ''Vips'', Wagner Moura vive Marcelo Nascimento da Rocha, que assume personalidades distintas para alcançar seus objetivos. O filme era a mais cara produção entre os concorrentes e foi produzido pela O2, de Fernando Meirelles. Além dele, também foi premiado ''O Senhor do Labirinto'', baseado na história de Artur Bispo do Rosário, como melhor longa para o júri popular.
O estreante Charlie Braum ganhou o prêmio de melhor direção por ''Além da Estrada'', uma coprodução entre Brasil e Uruguai. O prêmio de melhor atriz foi Karine Teles, protagonista de ''Riscado'', escrito e dirigido por seu marido Gustavo Pizzi.
A comédia ''Elvis & Madonna'', de Marcelo Lafite, foi eleita a de melhor roteiro. A produção paulistana ''Boca do Lixo'' ficou com dois prêmios técnicos, montagem e fotografia.
Entre os documentários, ''Positivas'' foi escolhido pelo voto popular e ''Diário de uma Busca'' ganhou o troféu Redentor, concedido pelo júri. O júri do festival foi composto pela atriz Bruna Lombardi, pelos produtores Leonardo Monteiro de Barros e Jorge Sanchez e teve como presidente o cineasta Gustavo Dahl.

mockup