Vinny cai na gandaia
Cantor agenda
shows no Paraná
e prepara seu
terceiro CD
Adriana Pittigliani/DivulgaçãoVinny: Na Gandaia junta as melhores faixas dos dois primeiros lançamentos
Zeca Corrêa Leite
Até bem pouco tempo o cantor Vinny era mais um ilustre desconhecido. No máximo conseguia um show por semana. De uma hora para outra ganhou espaço na mídia, ancorado no sucesso Heloisa Mexe a Cadeira. Está nas rádios, nos programas de televisão e termina o mês de agosto com uma agenda de 40 apresentações.
Setembro também promete trabalho, incluindo em suas andanças uma turnê pelo Paraná. Estará se apresentando em Curitiba, Ponta Grossa e Maringá. No dia 20, já em Salvador, na Bahia, divide o palco com Carlinhos Brown, um de seus artistas preferidos. Carlinhos, Jorge Ben Jor, Paulinho Moska, Lenine: Gosto deles, são da minha geração, diz.
O sucesso experimentado pelo moço tem uma história de determinação; o êxito não veio com facilidade, como algumas vezes acontece. O rapaz vem perseguindo a carreira há anos; e só conseguiu o lugar ao sol depois de emplacar na noite carioca Heloísa Mexe a Cadeira. A música abriu-lhe as portas das rádios e, a seguir, as da televisão.
Em outubro Vinny lança seu terceiro disco, Na Gandaia, que junta as melhores faixas dos dois primeiros lançamentos. Será um CD para brincar, para zoar. Minha pretensão é fazer a galera se divertir, promete. A proximidade com as eleições não altera seus planos quanto à divulgação do novo trabalho: E daí? Minha praia é outra. Ouvinte de todas as tendências musicais, comenta que sua música resulta das influências dessa salada.
O jovem, porém, é seletivo. Nem tudo que é da moda o influencia, como o pagode que está aí. Vinny reclama da falta de qualidade dos grupos que aparecem às pencas a cada instante. Está tudo nivelado por baixo, critica. Falta suingue, música com sotaque brasileiro, de comunicação com a platéia. O que existe hoje é uma pasmaceira geral, dispara, tendo por alvo os pagodeiros.





