De Curitiba
‘‘À Flor da Pele’’ é o nome da exposição que a fotógrafa Vilma Slomp que fica em cartaz até 18 de setembro, no Museu Alfredo Andersen, em Curitiba. São 16 trabalhos — produzidos neste ano — em que ela imprimiu um cunho conceitutal que passa pela poesia, transgressão e reflexão filosófica do cotidiana. Alguns trabalhos trazem também uma dose de ironia. A exposição é promovida pela Secretaria Estadual de Cultura e do Museu Alfredo Andersen.
Nessa mostra, a fotógrafa dispensa o convencional e parte com tudo para o experimentalismo. Como ‘‘Rosas de Chumbo’’, em que ela criou uma paisagem imaginária sobre textura de chumbo que cria uma paisagem imaginária sobre textura de chumbo; e ‘‘Plumbare Rayograph’’, uma imagem ‘‘solarizada’’ que recebeu pinceladas de tinta a óleo cobre e dourada.
Em ‘‘À Flor da pele’’ Vilma Slomp aproveita também para questionar a era da fotografia digital. Por isso, ela se propõe a transgredir a ruptura no suporte tradicional da moldura em alguns dos trabalhos expostos. Isso se dá através da utilização da poesia, colagem no papel fotográfico e fotos coladas sob telas.
O trabalho de Wilma Slomp já foi apresentado em vários lugares do Brasil e do exterior, através de exposições e publicações como o livro ‘‘Feliz Natal’’ (96) e ‘‘Dor’’ (98). Algumas de suas fotos fazem parte do acervo do Fog Arte Museum/Havard University, International Center of Photografy, Musée Français de La Photography, Museu de Arte Moderna, Museu de Arte de São Paulo, Fundação Cultural de Curitiba, Fidelity Investiments e Instituto Cultural Itaú.
A exposição ‘‘À Flor da Pele’’, de Vilma Slomp, pode ser vista até 18 de setembro, no Museu Alfredo Andersen (Rua Mateus Leme, 336). Horário de visitação: de segunda a sexta-feiras, das 9 às 18 horas; e aos sábados, das 10 às 16 horas, Mais informações pelo telefone (41) 222.8262.

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