Vida agitada em qualquer horário
Para marinheiros de primeira viagem, a dica é logo ao chegar ao aeroporto dar uma passadinha no Travellers Information Service (Serviço de Informação aos Viajantes). Após retirar folders, mapas e panfletos sobre a cidade e, se for o caso, fazer reserva em hotel, basta selecionar o que poderá ver, dentro do período disponível para a viagem.
Um passeio pela região central é um programa bem agradável. É quando pode-se perceber o espírito de despreendimento e tranquilidade dos Oz. Eles adoram receber estrangeiros em suas casas. No posto de informações turísticas, algumas famílias chegam a deixar seus endereços para receber gente que vem de fora. Desde que não seja da vizinha Melbourne. Existe aí uma certa rivalidade bairrista semelhante a que se observa entre Rio-São Paulo.
Depois fazer o roteiro olímpico, sem esquecer de comprar reproduções das mascotes dos jogos Olly (uma ave típica, que representa a amizade universal), Syd (ornitorrinco australiano, que irá representar os atletas e o senso de humor dos nativos) e Millie (o anfíbio echidna é uma homenagem ao novo milênio) aproveite tudo o que a cidade tem de bom. A começar pelos pontos turísticos, como a Sydney Harbour Bridge, inaugurada em 1932. A ponte toda em estrutura metálica tem 503 metros de extensão e cruz a baía e faz a ligação entre o centro e a zona norte da cidade.
O Opera House é o cartão-postal mais famoso e o orgulho dos australianos. O sofisticado conjunto arquitetônico, em formato de concha, projetado pelo arquiteto dinamarquês Jorn Utzon, foi inaugurado em 1973 pela rainha Elizabeth II. Artistas das mais diferentes áreas já se apresentaram no Opera, que recebe um público anual em torno de 3 milhões de pessoas. Do outro lado da baía, outro famoso cartão-postal é o Porto de Sydney. No lado oposto, tem, ainda, o Porto Darling. (C.C/AE)





