São Paulo - Santarém, a apenas 32 quilômetros de Alter do Chão, possui florestas, igapós (matas inundadas), muitos lagos e igarapés (braços de rios) a poucos minutos do centro. Um cenário de paraíso selvagem contrastando com os antigos solares que ainda decoram Santarém. Um dos atrativos pode ser visto logo na chegada. Trata-se do encontro das águas azul-esverdeadas do Rio Tapajós e com as escuras do Amazonas.
Fora da cidade, há um tour pelas ilhas. Uma delas é a Ilha de Água Preta. O acesso é por via fluvial até a Vila de Aritapera e daí por diante segue-se por terra. O local é um paraíso. Há grande variedade de pássaros, como garças, socós, jaçanãs e papagaios, além de jacarés e macacos. Santarém também concentra museus onde a cerâmica pré-colombiana é destaque.
Alter do Chão
Praias fluviais de areia branca e macia. Não é à toa que chamam Alter do Chão, no Pará, de Caribe Amazônico. A vila de pescadores, na margem direita do Rio Tapajós, é abençoada todos os anos por um fenômeno que a torna parada obrigatória de cruzeiros estrangeiros: a vazante do rio. De agosto a dezembro, com a baixa das águas em quase 10 metros, formam-se cerca de 100 quilômetros de praia. O clima também não poderia ser melhor - chove pouco, a temperatura fica na média de 25 graus e a umidade, em 88%. As praias ainda são aproveitáveis no início do ano.
No Réveillon, Alter do Chão ferve. O vilarejo chega a receber dez vezes mais turistas do que o total de sua população, cerca de 7 mil habitantes.
A praia do centro da vila é um dos pontos mais visitados. Apelidado de ilha do amor, o trecho é famoso pela qualidade da areia, infra-estrutura e público interessante. À noite, se for de lua cheia, uma boa opção é a Praia Ponta da Pedra, a cerca de uma hora por trilha do Lago Verde. Lá ocorre, uma vez por mês, uma espécie de luau, chamado pelos nativos de Piracaia. Outra atração são os botos - cor-de-rosa ou cinza - na Ponta do Cururu. (A.E.)

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