Claudia Barberato
Especial para a Folha Turismo
O avião que leva de volta ao Brasil sai às 10 horas da noite do aeroporto de Newark, há duas horas e meio de vôo de Chicago. É possível sair de manhã da cidade, chegar por volta das 11 horas em Nova York, almoçar no Pier 17 e correr alguns pontos turísticos antes de voltar ao Brasil.
Nova York fica no Estado do mesmo nome e é composta de cinco municípios rodeados por água, a exceção de Bronx, que faz parte do Continente (Manhattan, Queens, Brooklyn e Staten Island).
Vale a pena conhecer o movimento das ruas dessa cidade, especialmente na região da Times Square, onde ficam os teatros e espetáculos da Broadway. Outros pontos imperdíveis são o American Museum of Natural History, um dos mais famosos do mundo. Sua coleção inclui dinossauros, répteis, vida marinha, entre outros.
No Battery Park, um parque histórico onde está o Castle Clinton National Monument, se tem uma visão panorâmica da baía de Nova York e da Estátua da Liberdade. É em Nova York que fica o Carnegie Hall, auditório com 2.800 assentos onde já se apresentaram as maiores orquestras do mundo.
O Central Park é uma área imensa no coração da cidade de aço e concreto que revela o quanto Nova York convive com o constrates. Foi construído na segunda metade do século 14, onde havia um grande pântano. Hoje, existe ali uma infinita variedade de lazer. É indispensável uma visita ao Jardim Strawberry Fields, dentro do Central Park, uma homenagem a John Lennon, próximo do prédio onde morava, o Dakota Building, localizado na rua 72. Foi ali, na esquina do prédio, que ele também foi assassinado em 1981.
Nas ruas de Chinatown, bairro chinês de Nova York, considerado um dos mais famosos da América, seus restaurantes, lojas, feiras, ruas estreitas e prédios com letreiros luminosos escritos em chinês dão a impressão de se estar em Xangai.
Do lado está Little Italy, uma concentração comercial da comunidade italiana. Ali encontra-se o autêntico capuccino, sem falar das massas e tradicionais docerias. A Mulberry Street, o coração da área, é onde se celebra a Festa de San Gennaro, em setembro. Fica ali também a igreja de Saint Patrick, católica. A catedral fica em frente do Rockefeller Center, o maior complexo de edifícios de propriedade particular da cidade. São 19 prédios interligados por passagens no subsolo, onde há restaurantes, lojas e prestação de serviços. No ponto principal tem a estátua de Prometeu. No inverno, o local é transformado em pista de patinação e no verão recebe turistas em um restaurante a céu aberto.
Do Battery Park, no sul de Manhattan, a poucos metros de onde nasce a Broadway, é que sai o ferry-boat que leve à Estátua da Liberdade e Ellis Island. A Estátua foi um presente da França aos Estados Unidos no aniversário de sua independência em 1886. Os ferry-boats partem de 20 em 20 minutos e as filas de pessoas são enormes mas andam rápido.
Outro patrimônio histórico americano é o Empire State Building. São 443 metros de altura. O observatório no 102º andar proporcionam vistas maravilhosas da cidade, sobretudo à noite. Mas quando o tempo está nublado a visitação é proibida.
Há também o Greenwich Village, bairro boêmio, com restaurantes, bares, cafés e clubes com músicas de todos os estilos, do jazz clássico ao rock. No Village estão também as galerias de arte, lojas e boutiques. O Soho é outro bairro que reúne o maior número de galerias de arte de Nova Iorque.
A antiga área de porto é hoje um complexo de lazer e entretenimento, com restaurantes, bares, museus, mercado de peixes, tudo no Pier 17. Ali há boutiques com objetos de arte, antiguidades, modelos e grifes da moda. Há concertos ao ar livre, festivais e eventos marítimos no verão. Nos corredores do complexo é possível se virar para comprar lanches ou presentes num bom portunhol. Lá existem muitos latinos.

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