Cancún, México - Uma festa de produtos cobiçados e de grifes estreladas, tudo livre de taxas aduaneiras. Essa combinação perigosíssima para o limite do cartão de crédito faz das compras a segunda principal atividade do turista em Cancún - a primeira, inquestionavelmente, é tomar sol.
Um bom tour na zona hoteleira passa por pelo menos cinco shoppings, dos quais o mais charmoso é o La Isla, um grande centro de compras a céu aberto, na margem da Lagoa Nichupté, com direito a restaurantes e cafés em um deck junto às águas. O local conta até com um museu de arte contemporânea, o recém-inaugurado Pelópidas, com entrada gratuita.
Marcas como Cartier, Salvatore Ferragamo, Carolina Herrera e Fendi, só para citar algumas, se concentram na Luxury Avenue (difícil pensar em um nome mais óbvio), uma espécie de mini-Daslu com 25 lojas. Por lá, jóias, roupas e cosméticos têm ótimos preços. Um frasco do perfume Zegna Intense, por exemplo, sai por US$ 36 (R$ 61,95). No freeshop do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, o produto custava US$ 42 (R$ 72,28), na mesma data.
O melhor endereço para comprar artesanato maia e produtos típicos é o Outlet Mexicano, uma loja enorme em Punta Cancún. Há de tudo: ponchos, vestidos, bolsas de couro, bijuterias, pimentas, utensílios domésticos e o que mais você sonhar. Reserve um bom tempo para garimpar peças interessantes no meio de tantos itens diferentes. Caso dos belos pratos de cerâmica pintados à mão, que custam 120 pesos (R$ 19,24) cada.
Não deixe de visitar o popular Mercado 28, no centro, verdadeiro território da pechincha. Aboletados em seus pequenos boxes, os comerciantes aceitam a barganha. Artigos de prata são boas compras.
E se você sentiu falta dos sombreiros, sim, esses endereços vendem exemplares do típico chapéu mexicano. Se tiver coragem de trazer o souvenir no avião... (M.N./Agência Estado)

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