Para quem gosta de atividades culturais, Madri é o lugar certo. O roteiro cultural espanhol é farto e as produções cinematográfica e teatral locais são incríveis. É comum encontrar cinemas com pelo menos um filme espanhol em cartaz. As portas dos teatros sempre são uma agitação à noite. Para se ver que a cultura dá certo em muito lugar.
Grandes artistas espanhóis têm obras expostas nos museus de Madri, como El Greco, Pablo Picasso, Joan Miró e Salvador Dali. Sem falar em outros artistas, como os escritores Miguel de Cervantes e Frederico Garcia Lorca e os cineastas Luis Bunnel e Pedro Almodóvar, que têm seus trabalhos em destaque no mundo inteiro.
Museus são uma atração à parte, regra em boa parte das viagens a capitais européias. A Espanha concentra grande parte das obras de arte de toda a Europa. Em Madri fica uma das maiores pinacotecas do mundo, o Museu do Prado. Um dia é pouco para se conhecer tudo. São horas percorrendo os corredores do extenso museu: quem estiver fora de forma é melhor dividir o passeio em duas etapas.
Outro museu repleto de obras famosas é o Thyssen-Bornemisza, inaugurado em 1992. O acervo tem 800 obras reunidas pela família Thyssen-Bornemisza ao longo de vários períodos. Entre elas, quadros de Miró, Picasso, Dali, Monet e Van Gogh. O itinerário sugerido para os visitantes do Thyssen Bornamisza começa no segundo pavimento, onde estão obras primitivas, da Arte Medieval e pintura européia dos séculos 16 a 18, enfileiradas por ordem cronológica.
No primeiro pavimento, o turista pode apreciar do rococó ao neoclássico, naturezas mortas, pintura européia, impressionistas e expressionistas. No térreo, além dos quadros da família Bornamisza, obras da vanguarda experimental, cubismo essencial, modernidade e surrealismo. No mesmo andar, há uma lojinha cheia de novidades e réplicas dos quadros expostos no museu, postais, livros, souvenirs, catálogos fotográficos etc.(J.S.)

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