Praia do Forte, Ilhas dos Frades, Itaparica e Costa do Sauípe são boas opções para quem quer curtir praias próximas a Salvador, em baixa temporada. Alguns dias também em Morro de São Paulo e Mangue Seco são indicados para os que querem um relax a preços mais acessíveis. Escunas, vans e ônibus podem fazer o transporte dos visitantes, que têm à sua disposição restaurantes e pousadas de boa qualidade nessa região. Para os que quiserem, guias turísticos não faltam.
Na Praia do Forte e Ilhas dos Frades, a beleza natural é mais forte que a própria história do lugar. A Praia do Forte está a 55 quilômetros do Aeroporto Internacional de Salvador. A paisagem é exuberante. Em Ilhas dos Frades, região que já foi habitada por índios e jesuítas, o ideal é ficar à beira da praia, num daqueles quiosques montados especialmente para turistas e visitantes. Somente agora é que postes de luz estão sendo instalados. Há um controle no número de habitantes do povoado. Atualmente, moram 60 pessoas. A água do mar é limpa, transparente e agradável. Um paraíso para quem gosta de ficar de pernas para o ar. Para quem quer dar uma espiada na história desta praia, tem as ruínas da Igreja de Nossa Senhora do Guadalupe. O bom desta é que o visitante pode passar o dia no mar e à noite retornar a Salvador.
A Ilha de Itaparica está situada a 17 quilômetros de balsa de Salvador e é a maior das 56 ilhas que pontilham a Baía de Todos os Santos. São 36 quilômetros de extensão, com vegetação tropical, sobretudo coqueirais. ''A Ilha'' como é conhecida tem 239 quilômetros quadrados, distribuídos em dois municípios: Itaparica e Vera Cruz. Nesta região se concentram casas típicas portuguesas, usadas para descanso pelos baianos, nos finais de semana. É nesta cidade, de frente para o mar, que está a casa de veraneio de Vinícius de Moraes.
Única estância hidromineral do País localizada à beira-mar, Itaparica tornou-se famosa por sua ''água fina que faz velha virar menina''. O turista pode beber da ''Fonte da Juventude'' e na saída apreciar uma roda de capoeira. O que também chama a atenção é o grande número de crianças que circulam pela cidade atrás de pequenas doações dos turistas. Para quem não quer se estressar, muita paciência nesta hora. O assédio é compensado pela hospitalidade. (L.D.)

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