Se você quer aventura, emoção e muita adrenalina, deve fazer as malas e partir para Bonito, no Mato Grosso do Sul. Um lugar fantástico que revela todo o encanto da natureza. Os passeios vão desde trilhas, flutuação superficial, cavalgadas, rapel, ciclismo até os mais calmos, como caminhadas e passeio de barco nos rios de águas transparentes. Uma placa gigante na entrada da cidade anuncia: ‘‘Seja Bem-vindo, você está em Bonito’’. Daí pra frente, é só alegria.
O paraíso ecológico nasceu efetivamente em 1948. Hoje, com aproximadamente 22 mil habitantes, a cidade é considerada a capital do ecoturismo. Cercada por muitos rios, cachoeiras, grutas e montanhas, atrai cerca de 140 mil turistas todos os anos.
A região vive do que produz: agricultura, pecuária, mineração, além da exploração dos pontos turísticos da cidade. Oferece aos visitantes passeios nos rios de águas cristalinas, onde é possível avistar peixes de várias espécies, como dourado, pintado, piraputangas, curimbas e o peixe de aquário matogrossense, só é encontrado na região.
O mais importante cartão-postal de Bonito, a gruta do Lago Azul, foi tombado pelo Patrimônio Histórico da União em 1978. A gruta sempre atraiu pesquisadores do mundo inteiro, impressionados com a água de coloração azulada e a formação dos milhões de estalagmites que a decoram. Sua formação, segundo estudiosos, ocorreu há 600 milhões de anos.
Quanto à profundidade, mergulhadores já chegaram a 58 metros e um robô conseguiu atingir 70 metros. Até hoje, porém, não se sabe ao certo sua verdadeira profundidade.
A preocupação com a preservação ambiental é sempre muito discutida. Não seria diferente em Bonito. Todos os passeios são agendados com obrigatoriedade e acompanhados por guias locais, que são treinados e aptos a dar informações aos visitantes.
O bancário Fábio Ronconi, 29 anos, que visitou Bonito em janeiro deste ano, ficou impressionado com a cidade. ‘‘Todo mundo deve conhecer esse paraíso’’, garante. Entretanto, para que Bonito permaneça a grande atração natural que é, tanto a população local e os turistas devem contribuir para conservar o lugar.

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