Uma nova geração de fãs pode ser conquistada pelo Super-Homem, o famoso herói dos quadrinhos. O apelo à audiência é cativante: contar a história dos anos de juventude de Clark Kent usando trilha sonora pop à base de Dido e Stereophonics.
Essa é a trama de ‘‘Smallville’’, seriado lançado há seis meses nos Estados Unidos e que estréia hoje às 21 horas no canal pago Warner. Aqui, Kent (Tom Welling) é um garoto como outro qualquer enfrentando ‘‘vilões’’ como a timidez, as dores de cotovelo e as espinhas na cara.
Sem ainda desenvolver seus poderes, sofre as agruras típicas da adolescência. Morando na pacata cidade que dá título à série, joga futebol americano e morre de amores por Lana Lang (Kristin Kreuk), a guria mais popular da escola mas que já tem namorado.
Ainda na escola, anda pra lá e pra cá com Lex Luthor (Michael Rosenbaum), seu futuro arquiinimigo. A história começa com uma queda de meteoros em Smallville (Pequenópolis nos gibis brasileiros) em meio a qual cai uma nave espacial com um bebê a bordo. O bebê é encontrado pelo casal Jonnathan (John Scheneider) e Martha Kent (Cynthia Ettinger), que o adota sem contar o fato a ninguém temendo que o governo use a criança como cobaia de laboratório.
Mais tarde, Clark passa por situações constrangedoras ao tomar contato com a kriptonita, o mineral que o faz sentir-se mais fraco. Chega a tropeçar todas as vezes que se aproxima da colega e cobiçada Lana por esta usar um colar com a pedra. Nos Estados Unidos, a série assustou velhos seguidores do Homem-de-Aço, acusada de revirar a mitologia do personagem criado em 1938. Os mais novos, porém, adoraram as aventuras do super-herói teen mantendo a audiência lá em cima.

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