Um diretor entre o teatro e o circo
O paulistano Rodrigo Matheus começou a atuar em teatro amador na adolescência. Aos 23 anos entrou para a Escola de Circo, onde ficou três anos, tempo suficiente para se apaixonar pela arte. Eu não sabia o que fazer, porque ao mesmo tempo em que amei tudo aquilo, não queria apenas trabalhar no circo, ficar viajando em trailer, conta.
Nesta época, teve a oportunidade de ir estudar na Europa e lá percebeu o movimento do Circo Novo, que se tornava cada vez mais forte e respeitado. Trata-se de brincar com técnicas circenses em situações teatrais, explica.
Começou a estudar o tema com profundidade, fez cursos sobre o asunto e trabalhou em várias companhias, durante os quatro anos em que viveu na Europa. Na volta ao Brasil, em 1993, fundou o Circo Mínimo. No mesmo ano, se envolveu na produção Prometeu.
Na sequência, veio Deadly, em 1997; Orgulho, em 1998, Mobdick, em 1999. No ano passado, dirigiu O Ladrão de Frutas.(S.M.)





