Um dia dedicado à fotografia
De Curitiba
Reúnem-se hoje, às 19 horas, no Museu da Imagem e do Som, o artista plástico Lauro Borges e o fotógrafo Walter Firmo. Na pauta do dia as exposições Série Infinita, de Borges; Achados e perdidos, de Firmo; o lançamento do 3º Prêmio Walter Firmo de Fotografia; as coletâneas dos dois primeiros certames; uma palestra sobre a arte fotográfica, acompanhada de projeção de slides.
Lauro Borges é de Cascavel, mas vive em Curitiba. Fotografa profissionalmente há seis anos, mas quando chegou a Curitiba, na década de 80, pensava unicamente nas artes plásticas. Começou trabalhando como cenógrafo e hoje divide-se entre as telas e os cromos.
Entre suas atividades estão fotos de peças teatrais, festas e capoeira. Se no início preferia trabalhar em preto e branco, hoje regista com colorido. Ele se auto-define um fotógrafo do instante, mesmo que tenha de esperar esses instante acontecer com a câmara em punho,
Por sua vez, Walter Firmo é considerado um dos mestre da fotografia em cores no Brasil. Iniciou sua carreira em 1957 no jornal Última Hora, com 20 anos de idade. Firmo trabalhou nos maiores veículos da imprensa brasileira, entre eles o Jornal do Brasil e revistas Realidade, Manchete, Veja e Isto É. Como free-lancer atuou também na área de capas de discos e publicidade.
Suas fotos foram, ainda, para galerias nacionais e internacionais, em exposições individuais realizadas em várias parte do mundo. Recebeu inúmeros prêmios internacionais. Um dos seus trabalhos mais conhecidos, mostra Pixinguinha descansando numa cadeira de balanço, à sombra de uma árvore.
Exposições de Lauro Borges e Walter Firmo. Museu da Imagem e do Som (à Rua Barão do Rio Branco, 395), hoje, a partir das 19h, com palestra e projeção de slides. A mostra permanece até o dia 12 de novembro e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.





