Um cronista 'inigualável'
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Nelson Sato <br> Reportagem Local 
Há 10 anos, quando decidiu sair de São Paulo para morar em Florianópolis (SC), o escritor Mário Prata cogitou se instalar em Londrina. Foi uma das cidades de sua lista de opções, como ele conta nesta entrevista em que fala sobre a crônica como gênero literário, culpa o vestibular pela escassez de leitores no Brasil e revela sua obsessão pela literatura policial.
Prata fez ontem à noite a palestra de abertura da 30 Semana Literária do Sesc de Londrina, cuja programação tem continuidade hoje com uma homenagem ao crítico literário Antonio Candido, feita pela pesquisadora e ensaístas Neuza Ceciliato de Carvalho. Amanhã, será a vez da mesa-redonda ''Literatura e Sedução'' com participação de João Anzanello Carrascoza, Mauricio Arruda Mendonça e Edson Holtz.
Na quinta-feira, o painel ''Literatura e Civilização'' será abordado pelos escritoros Eliane Brum e Luís Henrique Pellanda. O ciclo termina na sexta com presença dos autores cariocas João Paulo Cuenca e Tatiana Salem Levy, que participam da mesa ''Literatura e Cidades''. Todos os encontros acontecem às 19h30, com entrada gratuita. A programação completa inclui ainda feira de livros, oficinas, leituras dramatizadas, exposições, espetáculos teatrais, bate-papos literários e atividades para crianças.


