Um contador de histórias
É difícil saber se o Estelio era mais generoso como profissional ou como ser humano. Como jornalista, sempre foi correto e coeso. O Estelio surpreendia a todos pela coerência, coragem e determinação. A mim, particularmente, ele me cativou pela humanidade, pelo respeito às pessoas tanto quanto com as palavras que burilou em mais de 40 anos de Folha de Londrina. Era impossível não se deixar envolver com as histórias que ele contava, algumas com um toque de humor. Tantos episódios, fatos engraçados e tristes para contar sobre ele e chega na hora... Quem disse que sai algum texto? Cadê as palavras, cadê o chão, cadê o Estelio?
(Antônio Mariano Júnior)





