São Paulo - Não é demais repetir nosso ''lema'': o segredo de uma boa viagem é a informação. Ler e levar um bom guia é fundamental. Ocorre que, por mais rico que seja o conteúdo de um guia, ele é sempre seletivo nas informações e justamente por isso é útil para quem viaja. Um livro que contivesse tudo o que diz respeito a um país ou cidade pesaria algumas toneladas, e seria dificílimo encontrar nele o que você procura. Só o índice teria uma infinidade de páginas!
A internet tem a enorme vantagem de oferecer ao viajante aquilo que um guia não comporta. Dentre as bilhões de páginas existentes na rede mundial, dá para estimar que centenas de milhões dizem respeito, direta ou indiretamente, a assuntos de interesse turístico.
O viajante do terceiro milênio, sentado em frente a seu micro, pode escolher e reservar hotéis no mundo todo, comparar preços de pacotes e excursões, ver fotos incríveis dos lugares para onde sonha ir, saber horários e tarifas dos mais diversos meios de transporte, visitar museus virtualmente, ler relatos de outros viajantes (''Fui a Veneza e me apaixonei por um gondoleiro!''). Enfim, encontrar quase tudo que pode ajudar a planejar sua viagem ou a matar sua curiosidade sobre um lugar.
Ao contrário de um guia, porém, a internet não é seletiva nas informações. Para usufruir do que ela proporciona, o turista precisa separar o joio do trigo. A intenção desta reportagem é justamente dar orientações básicas para quem quer usar a rede como ferramenta auxiliar no planejamento de uma viagem. Afinal, no interminável e tempestuoso oceano dos https e wwws, não dá para navegar sem bússola!

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